segunda-feira, 28 de março de 2016

O VIOLINO POLACO DA NATALIA JUSKIEWICZ NO NOSSO FADO

Natalia Juskiewicz é uma violinista natural de Koszalin, uma cidade do Norte da Polónia, que reside em Portugal há vários anos. Começou a aprender violino muito cedo, aos sete anos, tendo prosseguido os seus estudos musicais até obter um diploma superior e um mestrado com especialidade em violino clássico, pela Academia de Poznan, uma das escolas de música mais conceituadas do mundo.

Também na Polónia, iniciou a sua carreira como intérprete solista e integrando orquestras e formações polacas de prestígio internacional que actuaram em várias partes do mundo. Foi durante umas férias que se apaixonou por Portugal e decidiu ficar. Adaptou-se facilmente à língua e à cultura portuguesas e foi desenvolvendo, quer a solo, quer fazendo parte de inúmeras orquestras (Orquestra do Norte, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre outras) e grupos musicais, um novo e variado percurso profissional que a levou a viajar intensamente pelo país, onde hoje se sente em casa.

AS TRIBOS DO NORTE DA TAILÂNDIA: VISITA Á TRIBO AKHA, de Chiang Rai (Pequeno vídeo)

TRIBO AKHA
Originários do Tibete, migraram pelo sul de Burma para o Laos e depois para a Tailândia, há mais de um século, junto com as outras “Tribos do Norte”, como são conhecidas as tribos que habitam as montanhas do norte. Perseguições do regime militar de Burma fizeram com que refugiados seguissem para o norte do país. Embora muitos habitem na Tailândia, desde a infância, são considerados camponeses inúteis por muitos tailandeses e vivem sujeitos à exploração de traficantes
COSTUMES
No alto De Nong Tong, tribos diversas convivem intimamente. Cada uma preservando suas próprias línguas, seus costumes e vestimentas.
Algo que chama a atenção são os chapéus e lenços, especialmente aqueles usados pelas mulheres. Adornos sempre tão marcantes na moda local e tão simbólicos. Os bordados são um show de cores vibrantes para nossos olhos, que completam o cenário a nossa volta, do qual o fundo é quase todo marrom, com casas de madeira e chão de terra.
Esse mesmo chão está bastante seco nesta época do ano. Os Akhas aguardam as chuvas e se preparam para o plantio do arroz. Enquanto o verde não aparece, esse chão empoeirado fica repleto de porquinhos, cães e galinhas com seus pintinhos, que se abrigam do calor nas sombras formadas por baixo das casas.
SUBSISTÊNCIA
Cerca de trezentos mil Akhas vivem nas montanhas. Algumas aldeias (muito poucas) têm a sorte de ter luz elétrica ou água canalizada. As casas são muito simples, normalmente feitas de bambu.
A sobrevivência vem do trabalho braçal. Normalmente são agricultores que cultivam hortaliças e arroz, além de criarem animais para abate. Nesta época a seca castiga a região. A única alternativa é vender bambus retirados das florestas e cortados em ripas para a confecção de cestos trançados. Cem pedaços rendem dez “baths”, moeda local.
CULINÁRIA
A refeição diária consiste basicamente em arroz, legumes cozidos com sal, frango ou carne de porco envolta em folhas de bananeiras, que são assadas na brasa. A carne de cachorro também faz parte da dieta da tribo. Sim, algumas comunidades apreciam, e muito, essa iguaria.
RELIGIÃO
A maioria dos nativos é animista, apesar de missionários católicos marcarem presença prometendo uma vida melhor fora da vila, o que ameaça a perpetuação dos costumes locais.
Os animistas acreditam que as manifestações religiosas estão imanentes a todos os elementos do Cosmos (sol, lua, estrelas), da natureza (rio, oceano, floresta, rochas, montanhas), aos seres vivos (animais, plantas) e os fenômenos naturais (chuva, vento, dia, noite). Para eles, todos esses elementos possuem sentimentos, emoções, vontades, desejos e até mesmo inteligência.
TURISMO
As agências de turismo de Chiang Mai guiam dezenas de turistas diariamente para as terras das Tribos da Montanha. Quando as mini vans param, os visitantes são cercados por dezenas de crianças e mulheres oferecendo seus artesanatos, chapéus, tecidos, que são trocados por alguns baths. Pechinchas, se comparados com o valor cultural daquelas peças. É triste vermos aquelas crianças viciadas em palavras como “10 baths” e “money”, para quem nem tem acesso aos estudos. Elas são pobres de verdade.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Músicas que quase esquecemos: Righteous Brothers - UNCHAINED MELODY -

The Righteous Brothers é o nome do dueto musical formado por Bill Medley e Bobby Hatfield. Eles gravaram de 1963 até 1975, e continuaram tocando ao vivo até a morte de Hatfield em 2003. A morte do cantor Bobby Hatfield, da dupla Righteous Brothers, foi causada por uma intoxicação aguda por cocaína. A necropsia indicou que Hatfield tinha uma doença coronária em estágio avançado, sendo que, como causa da morte, foi apontado um ataque cardíaco. O resultado do exame toxicológico foi tornado público pelo médico Richard Tooker, do condado de Kalamazoo, em Michigan (EUA).
Hatfield, 63 anos, morreu em 5 de novembro de 2003, horas após uma apresentação dos Righteous Brothers. O grupo ficou famoso por canções como "Unchained Melody" e "You've Lost That Lovin' Feeling".
"Isso é um choque para mim", declarou Bill Medley, parceiro musical de Hatfield na dupla. "Eu nunca vi ele [usar cocaína]. Eu não sabia absolutamente nada sobre isso. Se eu soubesse, eu teria dito alguma coisa para ele", afirmou.
O maior sucesso da dupla foi a música "You've Lost That Lovin' Feelin'"(100º maior canção da história da música) que atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos e Inglaterra em 1964. Outros sucessos foram "(You're My) Soul and Inspiration" (primeiro lugar nos Estados Unidos) e a regravação de Unchained Melody.

Reflexos do Turco Celebi Grubu - colecção de 20 fotos excelentes.