quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

"As pequenas palavras", poema de Rosa Lobato de Faria, excelentemente dito por José-António Moreira

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Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria  (Lisboa, 20 de Abril de 1932 - Lisboa, 2 de Fevereiro de 2010) foi uma escritora, compositora e actriz portuguesa. Segunda filha de um oficial da Marinha, Joaquim António de Lemos Lobato de Faria, e de sua mulher Vera Correia Mendes de Bettencourt Rodrigues, em parte descendente de Goeses católicos, cresceu entre Lisboa e Alpalhão, no Alentejo. Irmã de Maria da Graça Lobato de faria (1930-2012).

O seu nome está na escrita como guionista, romancista, contista, poeta, dramaturga e letrista de canções. Assinou o argumento da sitcom Humor de Perdição (1987), e de séries e novelas como Passerelle (1988), Pisca-Pisca (1989), Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça, Telhados de Vidro (1994) e Tudo ao Molho e Fé em Deus (1995). Publicou os romances O Pranto de Lúcifer (1995), Os Pássaros de Seda (1996), Os Três Casamentos de Camilla S. (1997), Romance de Cordélia (1998), O Prenúncio das Águas (1999), galardoado com o Prémio Máxima de Literatura em 2000, A Trança de Inês (2001), O Sétimo Véu (2003), Os Linhos da Avó (2004) e A Flor do Sal (2005). Em co-autoria participou em Os Novos Mistérios da Estrada de Sintra e Código d' Avintes. Para além disto publicou contos infantis (A Erva Milagrosa, As quatro Portas do Céu e Histórias de Muitas Cores). Foi autora de A Gaveta de Baixo, longo poema inédito, acompanhado de aguarelas de Oliveira Tavares, estando o resto da sua obra poética reunida no volume Poemas Escolhidos e Dispersos (1997). Para o teatro escreveu as peças A Hora do Gato, Sete Anos – Esquemas de um Casamento e A Severa. Foi ainda a letrista que, a par de José Carlos Ary dos Santos, permanece como a mais bem sucedida no Festival RTP da Canção, tendo obtido quatro vezes o primeiro lugar com Amor de Água Fresca (1992), Chamar a Música (1994), Baunilha e Chocolate (1995) e Antes do Adeus (1997). VER MAIS:

O GRANDE SUCESSO A ORIENTE SÃO ESTAS CRIANÇAS FABULOSAS, NO "YOU RAISE ME UP"

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A TRIBO DAS MULHERES GIRAFA, CHIANG MAI, TAILÂNDIA.

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Em casas feitas de palha, enfileiradas numa aldeia muito pequena, mulheres sorridentes, algumas jovens, outras velhas, exibem peças de artesanato ou trabalham em máquinas de tear. Todos vão ali para ver de perto as míticas mulheres-girafa e acabam por ajudar comprando objectos por elas manufacturados.

Todos têm curiosidade em ver essas mulheres, que conhecíamos com o um fenómeno distante de fotos e revistas, com aquelas argolas douradas no pescoço e nas pernas. Mas poucos sabem como elas vivem, por que motivo estão ali e o que as faz manter a tradição.

As mulheres vivem em Kayan ou Padaung (nome da tribo), Chiang Mai e são refugiadas da Birmânia, onde a tradição de tentar alongar os pescoços é secular. Não se sabe ao certo o motivo. Existem lendas que contam que seria para proteger dos ataques de tigres. Outras falam que seria para deixá-las mais belas. E ainda há quem diga que seria para punir as adúlteras.

Facto é que, passados tantos anos, a tradição se manteve e, a partir dos cinco anos de idade, as meninas começam a colocar as argolas no pescoço. É uma peça única de bronze, com aros enrolados, que com o tempo é substituída por peças cada vez maiores, com no máximo de 25 aros. As peças são extremamente pesadas, podem chegar até 10 quilos.

A curiosidade é que o pescoço não se alonga com o processo – é só ilusão de ótica. O que acontece na verdade é que os aros afinam a região e o peso da peça comprime a clavícula para baixo, afundando a caixa torácica, o que dá a impressão de que o pescoço cresceu. As mulheres Kayan podem tirar as argolas, só precisam tomar cuidado para não virar o pescoço bruscamente.

Mas se antigamente usar as argolas era tradição, hoje em dia virou uma questão de sobrevivência económica (devido ao fluxo do turismo). Há muito que membros da etnia Karen fogem da Birmânia/ Myanmar, onde existe um conflito étnico, para o nordeste da Tailândia.

Contudo, nos tempos actuais, não é obrigatório o uso das argolas. Na minha viagem, em Nov/2015, encontrei muitas crianças, jovens e designadamente uma linda rapariga de 19 anos, que falava excelentemente inglês, que tinha acabado os estudos (correspondentes ao n/ 12º ano) estava noiva, ia casar em breve, e nunca tinha seguido a tradição.

As pinturas que fazem na cara são um hábito comum na Birmânia, de onde são originárias, para as proteger dos efeitos do sol, para que não fiquem mais bronzeadas ou escuras. É o único povo que tem essa prática na Tailândia. 
(Partes do texto são de  Luíza Antunes, jornalista, de Coimbra) 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

O templo mais belo que já vimos; o famoso Wat Rong Khun, conhecido como o "TEMPLO BRANCO", em Chiang Mai, Tailândia

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                   Wat Rong Khun,ChiangMai,Tailândia

Localizado 13 km ao sul de Chiang Rai, na Tailândia, o Wat Rong Khun é comumente chamado o templo branco. Foi construído por Chalermchai Kositpipat, um artista tailandês de renome, falecido há poucos anos, que queria criar um tributo duradouro para Rama IX, o actual Rei da Tailândia, e também honrar a sua cidade natal.
Com um traço diferente da maioria dos outros templos, é extraordinariamente branco, para simbolizar a pureza do budismo, e pedaços de espelho embutido para sugerir o reflexo da iluminação. Para chegar lá, há passar entre duas presas gigantes e um lago pontilhado com criaturas do submundo. Este é um dos edifícios mais estranhos e belos desenhados pelo homem.

Era para estar concluído em 2008, mas ainda não está terminado. O conjunto será composto por nove edifícios que formam a visão budista do céu na terra como imaginado pelo artista. Financiamento é assegurado pela venda de pinturas e souvenirs do templo. As obras de outros edifícios continuam  e não se sabe quando o complexo estará terminado.

BELAS IMAGENS DA ESCANDINÁVIA RURAL (NORUEGA E SUÉCIA) - COLECÇÃO DE 30 FOTOS
















 Magnus Lögdberg




 Mikael Svensson


























 Antony Spencer







Marek Czaja




2edro Villarroel













 Alexander Dragunov